quinta-feira, 7 de junho de 2012

Poema de Sergio Roberto, aluno do curso de História


Caronte amigo, deixa-me passar.
Eu nada lhe posso dar;
Vivendo de misérias, levamos tostão,
de moeda em moeda sou colega de profissão.

Não passo de pobre mendigo,
Caronte amigo, deixa-me em tua nau embarcar!
Será este maior castigo?
Aclamo somente a ti camarada;

Vivo da desgraça alheia,
mesmo quando vi a vida em martírio,
não tem-se em morte a justiça esperada!

Caronte amigo, nossas relações estão cortadas!
Esperei a vida por vossa barcaça.
Tendo chegada a hora, quem está a pagar entrada?



Caneca
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NOTAS DE RODAPÉ:
PEÇO MAIS UMA VEZ PACIÊNCIA PARA QUEM AQUI SE PERDEU, QUE SEU TEMPO DEU,
PARA MINHA ESCRITA DESFRUTAR...
BRINCADEIRA, CHEGA NÉ?!
BOM, ESTA FOI MINHA PRIMEIRA TENTATIVA DE ALGO PRÓXIMO A POESIA. NÃO SOU POETA, NÃO SOU ESCRITOR, NEM GOSTO MUITO DE POESIAS, EXCEÇÕES SÃO DRUMMOND DE ANDRADE E VINICIUS DE MORAES, DOS QUAIS APRECIO MUITO DO TRABALHO, E PARA MIM É ALGO QUE ESTÁ ACIMA. MAS NO GERAL, NÃO GOSTO DE POESIA, ESPERO QUE ESTA MINHA TENTATIVA SEJA AO MENOS TOLERÁVEL, SEJAM COMPLACENTES E TENHAM PIEDADE DA MINHA ALMA!

Um comentário:

  1. Muito bom! Grande poema Sérgio, um verdadeiro deleite aos olhos.

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